Boas práticas de Peixe Angical aplicáveis a barragens em Portugal

Lisboa, 28 de abril de 2010

Uma associação de bordadeiras que exporta para a Europa, uma indústria artesanal assente no raro capim dourado, um pólo de pesca desportiva, 128 famílias realojadas, 263 quilómetros de estradas reconstruídas e nenhum passivo.

Nem um único processo judicial a exigir à empresa compensações adicionais ou cumprimento de expectativas criadas. Eis um dos balanços possíveis da construção de Peixe Angical, no Brasil, a última barragem construída pela EDP e concluída em 2006.

No final da década, quando o Grupo der por concluídos os 11 projectos hídricos que tem em curso em Portugal, qual será o balanço? “Temos a ambição de fazer melhor, até porque estamos mais avançados”, afirma Sérgio Figueiredo, administrador da Fundação EDP. “Evitar erros” foi esse o objectivo pretendido com a vinda a Portugal de Eduardo Santarelli. Durante dois dias, o Gestor de Meio Ambiente da EDP Brasil apresentou a experiência de Peixe Angical aos quadros da EDP Produção e aos responsáveis de outras áreas do Grupo com responsabilidades nos novos investimentos.

Imagens